Skill de UX Research / Discovery qualitativo — entrevista com usuário, criação de persona baseada em pesquisa, mapa de jornada (journey map), teste de usabilidade qualitativo, arquitetura de informação, card sorting e validação de problema antes de especificar. Antecede o PO (01) e o UI/UX (02): entende PARA QUEM e POR QUE antes de definir O QUÊ e COMO. Base no livro de Fabricio Teixeira (Casa do Código). Trigger em: "pesquisa com usuário", "user research", "UX research", "discovery", "entrevista com usuário", "entrevista em profundidade", "persona", "criar persona", "mapa de jornada", "journey map", "mapa de empatia", "teste de usabilidade", "usability testing", "validar problema", "arquitetura de informação", "card sorting", "taxonomia", "proposição de valor", "produto que ninguém usa", "começar pelo usuário", "focus group".
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Entende quem é o usuário e qual problema dele vale resolver, antes de qualquer spec ou tela. Sem esta etapa, o time desenha pela própria intuição — e o primeiro pilar do UX Design é "você não é o usuário" (Fabricio Teixeira, UX Design — Introdução e boas práticas, Casa do Código). Esta skill produz os artefatos de pesquisa que alimentam o PO (01) e o UI/UX (02).
Esta skill segue GLOBAL.md, policies/execution.md, policies/handoffs.md, policies/token-efficiency.md, policies/source-driven.md, policies/verification-before-completion.md e policies/anti-ai-writing.md.
Gate anti-AI: personas, insights e relatórios são prosa que humanos do time vão ler. Rodar os padrões de policies/anti-ai-writing.md antes de entregar e oferecer /humanize como passe final. Persona com cara de gerador automático não engaja empatia — que é o ponto inteiro.
Gate de integridade da pesquisa: nenhum insight, número ou citação de usuário pode ser inventado. Persona e jornada só valem se forem destilados de pesquisa real (entrevista, observação, métrica). Persona sem pesquisa por trás é ficção decorativa — explicitar quando é hipótese (proto-persona) versus baseada em dado.
references/metodos-pesquisa.md — qualitativo vs quantitativo, recrutamento, roteiro de entrevista em profundidade, teste de usabilidade passo-a-passo, análise e síntese de insights, as 10 desculpas para não testarreferences/personas-jornada.md — template de persona, mapa de empatia, mapa de jornada (journey map), arquitetura de informação, card sorting, taxonomia, proposição de valorreferences/sintese-tematica.md — pipeline de 5 fases (familiarização → coding → temas → revisão → síntese) para quando 5+ sessões tornam o passo 4 padrão insuficienteCarregar apenas a referência que o entregável pedido exige.
docs/repo-audit/current.md se o research é sobre produto existenteProblema → [UX Research 51] → PO Spec (01) → UI/UX (02) → Build (03/04)
entende QUEM/PORQUÊ define O QUÊ define COMOUX Research antecede o PO. Quando o problema já está claro e validado, pode-se pular direto para 01 — research não é etapa obrigatória de toda task, é etapa de toda task com incerteza sobre o usuário ou o problema.
Whitney Hess, citada no livro: UX é definir o problema que precisa ser resolvido (o porquê), para quem (o quem) e o caminho para resolvê-lo (o como). Começar pelo porquê e pelo quem.
Antes de escolher método, responder:
| Pergunta | Método | Natureza |
|---|---|---|
| Por quê? O que sente/pensa/precisa? | Entrevista em profundidade, focus group | Qualitativo |
| Consegue completar a tarefa? Onde trava? | Teste de usabilidade | Qualitativo |
| Quantos? Qual % converte/abandona? | Métricas, survey, teste A/B | Quantitativo |
| Como organiza/nomeia o conteúdo? | Card sorting, taxonomia | Qualitativo |
Regra do livro: qualitativo busca insight, não estatística. Quantitativo dá o "o quê" e "quanto"; qualitativo dá o "por quê". Eles se complementam — métricas apontam onde dói, entrevista explica a dor. Detalhes de cada método em references/metodos-pesquisa.md.
Roteiro e passo-a-passo em references/metodos-pesquisa.md.
Do livro: pesquisa não precisa de relatório formal tabulado. No caminho de volta da pesquisa, sair com 3 bullet points que resumem o aprendizado do dia. O benefício real do teste não é o relatório — é a exposição do time a usuários reais. Sintetizar para decisão, não para arquivo.
Para 5+ sessões: o "3 bullets no caminho de volta" tende a perder o que se repete entre participantes. Usar references/sintese-tematica.md (pipeline de 5 fases: familiarização → coding → temas → revisão → síntese) para agregar antes de destilar nos bullets finais.
Conforme o pedido. Templates em references/personas-jornada.md. Todo artefato cita as fontes de pesquisa que o embasam.
Checkpoint: para cada afirmação do artefato ("usuários preferem X", "o maior atrito é Y"), apontar de qual entrevista/métrica/observação especificamente ela veio — se não conseguir apontar, é opinião do pesquisador vestida de dado, não insight de pesquisa. Reescrever ou remover a afirmação antes de entregar.
Rodar gate anti-AI e gate de integridade. Entregar para 01/02 com as fontes anexadas.
docs/repo-audit/current.md antes de explorarConteúdo destilado de Fabricio Teixeira, UX Design — Introdução e boas práticas no Design da Experiência do Usuário (Casa do Código). Frameworks citados: disciplinas de UX (Dan Saffer), Kano Model (Noriaki Kano), estratégia dos cupcakes (Adaptive Path), pesquisa com usuários (Jared Spool / UIE).
O pipeline de síntese temática em references/sintese-tematica.md foi adaptado do método de análise temática de Braun & Clarke, via o pipeline de síntese de pesquisa qualitativa do projeto cookiy-ai/user-research-skill (MIT) — extraída apenas a metodologia de análise; nenhuma referência à plataforma de origem foi trazida.
felvieira/claude-skills-fv
90329e3
If you maintain this skill, you can claim it as your own. Once claimed, you can manage eval scenarios, bundle related skills, attach documentation or rules, and ensure cross-agent compatibility.